11 novembro 2006

COMEBACK...

O titulo em inglês não aparece por acaso, a verdade é que estou em Edinburgo (Escócia, UK), razão pela qual não tenho deixado nenhum post ultimamente.

Devo confessar que nem tenho visitado o blog... Felizmente as coisas estão a estabilizar, a um bom e alto ritmo, mas a estabilizar.

Fim-de-semana, resolvo ver como anda o Penso-Logo-Resisto e sou surpreendido pelo novo design, que devo confessar não me agrada particularmente... pormenores.


Queria fazer um comentário ao post "Elitismo Cultural" do (agora) eng. bertinho.
A meu ver existem várias verdades, algumas que podem ser comungadas (desculpe lá o termo) por várias pessoas e mesmo em grupo.
O que é de lamentar é, como muito bem diz, que não haja a criação, procura, desenvolvimento dessas verdades na mente de cada um. O comodismo e talvez mesmo fragilidade (ou medo) levam as pessoas a aceitar as verdades que lhes são mais bem servidas e confortáveis.
Não quero com isto dizer que todas devem ser encaradas com imediato cepticismo e negadas porque são comuns e/ou fáceis. Não deve haver oposição natural nem aceitação natural, mas sim, a meu ver curiosidade natural. A vontade de saber mais e perceber mais profundamente, isso sim deveria ser o paradigma. Mas infelizmente esse não é um caminho fácil para ninguém, por mim falo...

1 comentário:

Engenheiro Bertinho disse...

ola...ainda bem q regressaste ;) espero que a partir de agora acompanhes regularmente as novidades da casa. Em relação ao design do blog, podes dar sugestões: preferespor exemplo o do contraaspatrias? eu tb mas apenas nao quis que fossem os dois iguais :) e dentro dos templates predefinidos nao vejo melhor.

em relação ao resto do texto, penso que esclareceste de forma muito directa aquilo que eu queria dizer. Naturalmente que muitas decisões na nossa vida são feitas em modo automático ou por simples mimetismo dos outros e claro que não vale a pena tentar abolir isso tudo mas temos é que ter consciencia que este tipo de decisões existem, em vez aceitar certas ideias como um dogma e defende-las a ferro e fogo quando a pessoa ainda nem sequer pensou seriamente sobre assunto.